Mas então, o jogo continuará.
"Que maravilha!", eu disse. "Deveríamos celebrar".
Eu não abracei nada. E eu a abracei de volta como se nada tivesse acontecido.
Mas algo andava mal.
Dez semanas.
Exatamente nas últimas semanas... vamos nos acostumar.
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Esta discussão é sobre nosso novo relacionamento. Alzamos la voz. Volamos palabras. Se você deixar o toque e ele desaparecer, você não ouvirá mais o toque.
Durante esses tempos, não trocamos nem conversamos.
Nem mentiras. Nem ligações.
Então, de arrependimento, voltou. Diga o que você está perguntando sobre a organização dos itens. Aceito.
E tudo isso, em nossa cozinha, indicando que está embarazada, e a sequência das ações será inconsistente.
Esta noite, eu dormi, queria ver a tecnologia, queria concordar com o que estava imaginando.
Não era assim.
Finalmente, este é o algoritmo que você nunca pensou que seria verdade:
Desbloqueou seu telefone.
Basicamente, tudo está normal: conversas familiares, amigos. Diga um contato: “M ❤️”.
Se eu caísse a alma nas tortas. Entre em contato com o abrigo.
E todas as mudanças.
Eu mencionei. Não há apenas sobre seu embaraço, mas sim sobre tudo. Hablaba de mim como se não valesse nada. Como é fácil de manusear. As solo fuera a meio para um fim.
Queria minha casa. Meu jantar. Pendência.
E uma vez que você tuviera… planeaba irse.
Releí as mensagens, esperando que eu seja equivocado.
Não.
No momento seguinte, a tenia decidiu.
O restaurante está na próxima página.
Não a confronte.
Assim como deslizar outras coisas.
Reservei lugar e falei que gostaria de uma festa para revelar o sexo do bebê. Eu encantei a ideia, não perguntei nem uma única coisa.
Só isso me fez perceber que algo estava muito errado. Nas últimas semanas, o sexo do bebê não pôde ser alterado.
No entanto, aceitei tudo.
Convidei nossas famílias. Nossos amigos. Fiz tudo parecer real.
E em silêncio, preparei a verdade.
Consultei meu médico, apenas para confirmar que estava doente.
No dia do evento, tudo estava perfeito.
As pessoas chegavam, eu rezava, tirava fotos.
Stephanie foi a última a entrar, de vestido branco, e parecia que já o usava.
Eu precisava dele em casa. “É precioso.”
Assenti.
“Será.”
Assim que o momento passar, tudo se encaixará sob a cor pastel.
Celulares em mãos. Sorrisos radiantes.
Peguei o microfone.
“Antes de saber o sexo do bebê”, eu digo, “hay algo mais que allos deben ver”.
Há silêncio na sala.
Depois, a tela se iluminou.
Vai girar lentamente, com a rosa enristecida.
A tarefa explicada. Kon se acalmou.